SÃO PAULO - Os ministros das Finanças da Zona do Euro optaram por adiar a reunião marcada para a próxima quarta-feira (15), em Bruxelas, na Bélgica. Os líderes políticos iriam decidir os detalhes para a liberação de um pacote de auxílio financeiro à Grécia no valor de € 130 bilhões.

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, citou a necessidade da continuação de trabalhos técnicos e a falta de garantias gregas para cumprir com os termos demandados para o resgate como principais motivos para a decisão.

Adiamento reforça temores sobre default desordenado
Apesar das pressões internas por conta de sua população, insatisfeita por conta das medidas de austeridade a serem implementadas, a Grécia vem lutando para alcançar a disciplina fiscal exigida pelos líderes da região para garantir a próxima parcela de ajuda ao país. Desta forma, esse novo impasse reforça os temores e a possibilidade de um default desordenado.

Os representantes dos 17 estados membros da Zona do Euro têm discutido meios para selar os esforços gregos para a reestruturação de € 200 bilhões de sua dívida privada. Os ministros deverão realizar uma reunião ordinária na próxima segunda-feira (20).

fonte. pesquisa: http://www.infomoney.com.br/europa/noticia/2342337-ministros+das+financas+zona+euro+adiam+reuniao+proxima+quarta+feira

SÃO PAULO - O dólar comercial registrou alta de 0,38% nesta quarta-feira (14), terminando cotado a R$ 1,7215 na venda. A moeda reflete o cenário de maior aversão ao risco instaurado nos mercados após a Moody’s ter cortado as notas de crédito de Itália, Espanha, Portugal, Malta, Eslováquia e Eslovênia. Cabe destacar também que o Eurogrupo cancelou sua reunião de quarta-feira, o que também aumenta a percepção de risco no mercado.

Além disso, a agência resolveu além de colocar França, Reino Unido e Áustria sob perspectiva negativa. O impasse sobre uma reforma institucional nos quadros fiscal e econômico da União Europeia foi o principal motivo apontado pela agência para justificar os cortes. O cenário econômico no continente é ruim e Grécia e Portugal anunciaram recessões em 2011, embora a queda de atividade grega, de 5,3%, seja muito superior a retração lusitana de 1,5%.

Na Ásia, destaque para a reunião do BoJ (Bank of Japan), onde se decidiu o estabelecimento de uma meta de inflação de 1% ao ano e a expansão de compra de ativos e empréstimos em 10 trilhões de ienes, atingindo assim 65 trilhões de ienes, destinado para aumentar a compra de títulos do governo japonês.

Indicadores também pesam
Nesta data, nos EUA, o Import Prices (ex-oil) revelou que os preços de importações comercializadas nos EUA - excetuando o petróleo - apresentou leve avanço de 0,1% em janeiro. Já os preços de bens fabricados nos EUA e exportados ao resto do mundo, no mesmo período - excluindo os agrícolas -, ficaram estáveis.

Ainda mais representativo, o Retail Sales, as vendas no varejo norte-americano registraram alta de 0,4% no mês de janeiro, reportadas pelo Departamento de Comércio do país, abaixo dos 0,8% esperados pelo mercado. Ainda neste pregão, será revelado o Business Inventories, com dados do estoques das empresas norte-americanas no mês de dezembro.

Dólar comercial, futuro e ptax
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7210 na compra e R$ 1,7215 na venda, alta de 0,38% em relação ao fechamento anterior. Apesar desta alta, o dólar acumula desvalorização de 1,47% em fevereiro, frente à queda de 6,50% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 7,87%.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março segue o dia cotado a R$ 1,729, alta de 0,26% em relação ao fechamento de R$ 1,724 da última segunda-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, opera em alta de 0,23%, atingindo R$ 1,740 frente à R$ 1,736 do fechamento de ontem.

Já o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,7173 na venda, alta de 0,02%.

O dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F Bovespa, registrava R$ 1,72.

FRA de cupom cambial
Por fim, o FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, opera a 1,08 para abril de 2012.

fonte. pesquisa: http://www.infomoney.com.br/dolar/noticia/2342057-cenario+europeu+eleva+aversao+risco+dolar+fecha+alta

SÃO PAULO – A desvalorização do dólar ante o real e a forte queda dos preços dos imóveis nos Estados Unidos nos últimos anos fizeram com que muitos brasileiros começassem a pensar em comprar um imóvel nos Estados Unidos, tanto para investir quanto para passar férias.

Para se ter uma ideia, um levantamento da NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos Estados Unidos, na sigla em inglês) efetuado no final do ano passado, mostrou que os brasileiros foram responsáveis por 8% de todas as compras de imóveis vendidos para estrangeiros entre julho de 2010 e junho de 2011.

Este ano, o interesse pela compra de imóveis nos EUA deve continuar, na opinião do gerente de câmbio simplificado da TOV Corretora, Fernando Bergallo. Entretanto, os compradores estabeleceram um novo “piso”, de R$ 1,80 para a cotação do dólar.

“É impressionante o que está acontecendo. Basta a moeda brasileira ser cotada acima de R$ 1,80 e simplesmente os clientes que compram imóveis nos Estados Unidos somem. Assim que ela bate R$ 1,799 os clientes reaparecem”, afirma Bergallo.

Para o empresário Jorge Maia, que comprou recentemente um imóvel em Miami, o preço da moeda influencia os ganhos devido a uma possível valorização cambial. “Entendo que o dólar abaixo de R$ 1,80 pode subir e bater R$ 2, como no final do ano passado chegou a bater R$ 1,94. Portanto, com a moeda acima de R$ 1,80, um eventual ganho fica mais remoto”, explica.

De acordo com Bergallo, com a valorização do real, o brasileiro está criando uma resistência a cada novo patamar alcançado. “Quando a cotação bateu R$ 1,65, os corretores americanos bateram recordes de venda e a demanda foi tanta que o mercado imobiliário aqueceu e os preços tiveram um ágio de até 20% (comparado ao fundo do poço que atingiram na crise)”, diz. “Agora, com os preços dos imóveis americanos reajustados e mais perto da realidade, a sensação do investidor é de que até R$ 1,80 ainda é um excelente negócio", completa.

Dicas para comprar
Especialistas no mercado imobiliário ressaltam que os procedimentos de segurança adotados antes de adquirir um imóvel nos Estados Unidos devem ser os mesmos de quando se compra uma residência no Brasil.

É importante saber, por exemplo, quem é o agente que está intermediando aquela compra, se ele é ou não autorizado a fazer este tipo de transação, se a empresa é idônea, entre outros pontos. Também é fundamental conhecer o imóvel antes da compra.

“Tem muita gente que compra imóvel em Miami sem nem visitar antes. Eu tomaria muito cuidado com isso”, aconselha o vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado.

Ele lembra do recente episódio de desmoronamento de três prédios no centro do Rio de Janeiro para ressaltar a importância de conhecer bem o local (seja no Brasil ou no exterior) antes de assinar a aquisição de um imóvel. “É essencial visitar o lugar e as redondezas. Vai que você compra um edifício grudado a um outro prédio, em uma zona degradada”, alerta.

Quem pretende comprar um imóvel nos EUA também precisa se atentar para os impostos. Isto porque a tributação para imóveis no país é bem diferente daquela que nós temos no Brasil e existem algumas peculiaridades, como a “lei da herança”.

“Se você vai comprar um imóvel em outro país, entenda as questões referentes aos impostos. Um dia, você pode querer vender o imóvel e voltar com este dinheiro para o Brasil. Então, é preciso entender  como funciona a tributação de investimento imobiliário no país que você escolher para comprar”, conclui Calado.

fonte.pesquisa: .http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2341904-dolar+visto+como+limite+para+compra+imovel+nos+eua

SÃO PAULO - A Ágora revisou as estimativas para a Lojas Americanas (LAME4), seguindo com recomendação de compra para as ações da companhia, com elevação do preço-alvo para 2012, de R$ 20,20 para R$ 21,50, em função de alguns ajustes no modelo da corretora. Entretanto, de acordo com a corretora, a B2W (BTOW3), do segmento de e-commerce, segue influenciando negativamente o desempenho da companhia.

Esse novo preço-alvo do ativo LAME4 configura um potencial de valorização de 21,13% em relação ao fechamento de segunda-feira (13). De acordo com o analista José Francisco Ferreira, vários fatores levaram à revisão do modelo para a Lojas Americanas. Dentre eles, a abertura de noventa lojas em 2011, frustrando as expectativas criadas no início do ano passado, quando os gestores afirmaram que poderiam ultrapassar o teto da meta divulgada, de 90 a 100 lojas.

Além disso, as margens melhores do que o esperado nas operações da controlada compensando crescimento menor da receita também foram positivos. Assim, Ferreira aumentou a projeção de lucro tanto para 2012 quanto para 2013.

"É válido ressaltar que uma parcela significativa de lojas tiveram seus lançamentos atrasados do quarto trimestre de 2011 para o primeiro trimestre de 2012, o que nos mantém otimistas sobre o crescimento da área de vendas no médio prazo", avalia Ferreira, que segue com a projeção de abertura de 115 lojas em 2012 e 125 em 2013.

Incerteza com relação à B2W
De acordo com Ferreira, a principal incerteza em relação à Lojas Americanas é o resultado da B2W, que corresponde a aproximadamente 7% do valor da ação atualmente. "Se a geração de caixa livre da controlada não melhoras no curto prazo, não está descartado um novo aumento de capital para a companhia ou até uma oferta pública de fechamento de capital. Qualquer uma destas possibilidades seria negativa para a Lojas Americanas", aponta o analista.

Ferreira ressalta que o cenário para a B2W segue delicado no médio prazo, embora a empresa afirme que seus problemas logísitcos e operacionais estejam sanados. Para o analista, não há nenhuma vantagem competitiva clara para a B2W frente a seus pares e sem se sobressair em relação à qualidade do serviço. Além disso, em termos de custos e condições de pagamento, a Nova Pontocom, divisão de e-commerce do Pão de Açúcar (PCAR4), leva vantagem devido à escala de compras e solidez financeira, afirma o analista.

Já em relação ao reconhecimento da marca, afirma Ferreira, os recentes problemas operacionais levam a uma necessidade de tempo e investimento em marketing, de modo a compensar os efeitos negativos sobre a imagem da empresa. "Assim, não vemos um meio para que a B2W ganhe participação no mercado e ao mesmo tempo mantenha suas margens e lucratividade estáveis", afirma

Para o analista, a geração de um fluxo de caixa positivo sustentável é um desafio para empresa, cujas operações exigem altos níveis de capital de giro, capex (investimetnos em capital) e despesas financeiras. Desse modo, a Ágora segue com recomendação para maner os papéis da B2W, mas com redução do preço-alvo para 2012 de R$ 19,80 para R$ 12,70, o que configura um potencial de valorização de 17,59% em relação ao fechamento de segunda-feira (13).

fonte.pesquisa: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2342024

SÃO PAULO – O número de planejadores financeiros com a certificação CFP (Certified Financial Planner), emitida pelo IBCPF (Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros), registrou aumento de quase 50% no ano passado.

De acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), no final de 2011, 714 profissionais possuíam a CFP, 47% a mais do que os 485 profissionais certificados no final de 2010.

No mundo, o número de planejadores financeiros pessoais com a certificação CFP registrou um crescimento de 4,5%, de 133,7 mi para 139,8 mil no ano passado.

Países emergentes
Além do Brasil, países emergentes como Índia, China e Indonésia registraram crescimento bem acima da média. Isso porque o número de profissionais certificados é menor. A Índia aumentou sua marca em 22% (de 1,3 mil para 1,6 mil profissionais certificados), enquanto a China cresceu 20% (de 9 mil para 10,8 mil) e a Indonésia, 14% (de 703 para 802).

“Nas economias emergentes, o conceito de planejamento financeiro pessoal começou a ganhar força nos últimos anos. A tendência é continuarmos vendo crescimentos percentuais expressivos nesses países, a medida em que a profissão se consolida e os investidores passam a entender a importância de administrar bem seu orçamento e saber investir”, afirma o presidente do IBCPF, Ulf Mannhardt.

Quem são os planejadores financeiros?
De acordo com o especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro, a função do planejador financeiro é ajudar o cliente a resolver situações pontuais (como negociar uma dívida ou planejar a aposentadoria) ou então fazer um planejamento financeiro completo, que pode envolver toda a família do indivíduo.

Massaro lembra que o planejador financeiro não pode exercer atividades reservadas aos profissionais registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a não ser que ele mesmo seja um deles. “O planejador financeiro pode, em muitos casos, trabalhar em conjunto com um consultor de valores mobiliários ou administrador de carteira”, afirma.

De acordo com o especialista, a certificação emitida pelo IBCPF é uma boa garantia de que aquele profissional tem as qualificações necessárias para exercer a função. “A certificação não é obrigatória, mas, como o processo para obtê-la é bastante rigoroso, escolher um profissional certificado dá alguma segurança de que ele está alinhado com altos padrões técnicos e éticos”, aponta.

Fontes/pesquisa: http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2342213-numero+planejadores+financeiros+cresce+quase+2011

SÃO PAULO - Os veículos poderão ser classificados conforme os níveis de emissão de CO2 (dióxido de carbono), se aprovado o projeto de lei 3013/11, do deputado Félix Mendonça Junior (PDT-BA), que cria o selo pró-ar.

A medida determina que os veículos sejam classificados em sete categorias, de A a G, de acordo com a emissão de CO2. Na categoria A, estarão os veículos que emitem até 125 g/km de CO2, e, na categoria G, os que emitem mais de 250 g/km.

Segundo a Agência Câmara, a concessão do selo será feita pelos órgãos federais do Sisnama (Sistema Nacional do Meio Ambiente) e do Sinmetro (Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). Já para os veículos pesados, a classificação obedecerá a normas fixadas por resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).

Para o deputado, a medida irá incentivar a redução da emissão de dióxido de carbono pelos diferentes tipos de veículos, assim como acontece com o selo Procel de Economia de Energia.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte/pesquisa: http://www.infomoney.com.br/carros/noticia/2342178-projeto+pretende+classificar+veiculos+acordo+com+nivel+poluicao

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